No nascituro e fausto oscitar da manhã
Que afasta o obducto sengo noturno
Do augúrio ingênito corolário maduro
Repousando seu hausto de haurir num divã
Sangrando-se a sós vislumbrando o carmesim
Como um abantesma numa veneta funesta
Como um anacoreta que deflora e infesta
Onde a aurora frugal pisca-lhe num estopim
Devolvendo-o a inópia e a escuridão
Ávido do licor espesso e purpúreo
Dormitando sequioso com um avesso murmúrio
Mórbido e sedento, em fúnebre caixão.