“Mãe, obrigado pelo seu ventre que formou meu corpo e me deu sustento. Pela união da vida, o cordão umbilical de nosso tempo. Pelo sopro de luz que me deste até este momento, e pelos mais simples e mais profundos ensinamentos.”
“Meu pai, que me ensinaste a respeitar, a ouvir e a pacificar. Que guiaste meu caminho, com um sino a tilintar. E mostraste-me como se deve agir e à quem devo amar. Agradeço-te pelas provas que formulaste, e ao pesar, para das correntes da ignorância eu me libertar.”
“Meu irmão, tão sábio e pequenino. Como um anjo experiente num corpo de menino. Iluminou meu olhar, meu coração, meu destino. Dou-te meu amor, pois me deste o divino.”
“E meu coração dispara ao pensar na vastidão de criaturas que nos circundam nessa estrada de evolução. Tão extensa é minha família - seres do espaço, seres do chão, que uns vivem na luz outros na ilusão. A todos estes seres, espiritualizados ou não, revelo-lhes esta carta em pró de nossa união.”
Daniel da silva Vieira.
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