sábado, 6 de agosto de 2011

O resgate da alma II

Mas eis que vejo no horizonte um cavalo branco...flutuante
Seria Deus, seria um anjo? Meu Deus, o que será!
Por onde passa reflete luz, faço num gesto o sinal da cruz
Eu nunca imaginaria, nem em meus devaneios, um ser magestral flutuar sem receio
Sobre o Umbral...com criaturas horrendas
Numa paz que desconheço a expressão pra explicar - foi como viver uma lenda
Apenas olhar o cavalo brilhante me fez chorar e amar o instante
Amar o presente, amar o momento...amar o tempo e o vento
Com ele subiram muitos de nós...eu fiquei, mas afirmo todos a vós
Que um século passou e o cavalo não voltou à nós.
Não voltou à mim, enfim, aqui a sós

***

Continua...






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